Desde abril que milhares de famílias não estão a pagar o crédito à habitação, fazendo uso de moratórias nos empréstimos por seis meses.

A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai subir em julho nos contratos com Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor são o principal indexante em Portugal nos contratos bancários que financiam a compra de casa. A Euribor a seis meses é a mais usada, seguida da taxa a três meses.
No caso de um cliente com um crédito à habitação no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um 'spread' (margem de lucro do banco) de 1%, este paga a partir de julho 467,25 euros, o que significa mais 7,59 euros face à última revisão da prestação, em janeiro.
Já no caso de um empréstimo nas mesmas condições, mas indexado à Euribor a três meses, o cliente passa a pagar 456,99 euros, mais 2,72 euros do que o que pagou desde abril.
Desde abril que milhares de famílias não estão a pagar o crédito à habitação, fazendo uso do decreto-lei do Governo que permite moratórias nos créditos à habitação por seis meses, com suspensão dos pagamentos das prestações (juros e capital) até 30 de setembro, prazo que, entretanto, foi estendido até 31 de março de 2021.
Em junho, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,223% e a média da taxa a três meses de -0,376%, em ambos os casos abaixo dos valores de maio.
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Retirado do Idealista - Adaptado por Dicas Imobiliarias